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Resiliência climática e inovação no contexto do Plano Rio Grande são temas de painel no South Summit Brasil

Encontro destacou o papel da ciência na tomada de decisões para a reconstrução do Estado

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Odir Dellagostin (Fapergs), Joel Goldenfum (Comitê Científico), Alexandra Passuello (Comitê Científico), Pedro Capelupp
Painel reúne pesquisadores e gestores públicos para apresentar iniciativas do Plano Rio Grande - Foto: Vitor Conto/Ascom Sict

O RS Innovation Stage do South Summit Brazil 2026, evento correalizado pelo governo do Estado, recebeu, na tarde desta quarta-feira (25/3), o painel “Inovação para a resiliência climática: como a ciência está guiando o RS”. O debate abordou alguns dos projetos em andamento do Plano Rio Grande e a estrutura do Comitê Científico que integra o Plano. 

Coube ao professor Joel Goldenfum, à frente da secretaria-executiva do Comitê Científico do Plano Rio Grande, apresentar a composição do órgão. “O Comitê é formado por 48 pesquisadores, cientistas, especialistas em diferentes áreas do conhecimento que trabalham com o objetivo de fornecer elementos técnicos e científicos para a tomada de decisão. Temos a ciência dentro da governança de um plano de reconstrução pós-desastre”, ressaltou. 

Legado do Plano Rio Grande

“O que buscamos desde o início no governo foi utilizar o conhecimento que a nossa sociedade produziu para gerar os melhores resultados a esta mesma sociedade”, afirmou o secretário da Reconstrução Gaúcha, Pedro Capeluppi, também presente no painel.

Para Capeluppi, a mediação entre a academia e a gestão pública não é algo simples ou trivial, mas uma condição necessária e fundamental para os trabalhos de reconstrução do Estado. “Ficará de legado do Plano Rio Grande a relação de confiança entre a gestão pública e a academia, algo que precisa ser continuado”, comentou.

Liderado pelo governador Eduardo Leite, o Plano Rio Grande é um programa de Estado criado para proteger a população, reconstruir o Rio Grande do Sul e torná-lo ainda mais forte e resiliente, preparado para o futuro.

Também estiveram presentes no painel os pesquisadores Odir Dellagostin, da Fapergs, e Éder Henriqson, da PUCRS. Para os pesquisadores, as iniciativas de aproximação entre ciência e política pública precisam ser alimentadas e aprofundadas, para além dos ciclos políticos e governos. A mediação do debate foi realizada pela professora Alexandra Passuello, que integra a assessoria técnica do Comitê Científico.

Texto: Ascom/Serg
Edição: Secom

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