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Polícia Penal do RS participa de nova fase de operação nacional contra comunicações ilícitas em presídios

Ação coordenada pela Senappen ocorre em todo o país e prioriza unidades com atuação de organizações criminosas

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Esta é uma descrição da imagem "Polícia Penal do RS participa de nova fase de operação contra comunicações ilícitas em apoio à estratégia nacional.jpeg" para fins de acessibilidade:

A fotografia em plano médio captura um policial penal de costas, em meio a uma galeria prisional vazia.

O Policial: Posicionado no centro-direita do quadro, o policial veste o uniforme operacional preto. Nas costas de sua camiseta, destaca-se a inscrição "POLÍCIA PENAL" em letras brancas grandes, com a frase "RIO GRANDE DO SUL" logo abaixo em letras amarelas menores. Ele utiliza um cinturão tático preto completo com diversos acessórios.

O Ambiente:

O policial caminha ou observa um corredor longo e estreito de uma galeria prisional.

À esquerda, estende-se uma sequência de portas de celas feitas de grades de ferro pintadas de amarelo, todas fechadas.

O chão é de concreto cinza e as paredes são de blocos de concreto aparentes.

A iluminação é artificial, vinda de lâmpadas no teto, criando um contraste de luz e sombra ao longo do corredor.

A imagem reflete uma atmosfera de segurança, fiscalização e rotina operacional dentro de um estabelecimento prisional.
As penitenciárias dos municípios de Montenegro e de Charqueadas já receberam ações da Polícia Penal nesta semana - Foto: Jonathan Silva/Ascom Polícia Penal

A Polícia Penal do Rio Grande do Sul integra a 11ª fase da Operação Mute, iniciada nesta semana. A ação, coordenada pela Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen), é realizada em todo o país e tem como objetivo a retirada de celulares das unidades prisionais, além do enfraquecimento da atuação das organizações criminosas dentro e fora dos presídios.

Presente em todas as fases da operação, o Rio Grande do Sul se destaca pela atuação integrada com o órgão federal responsável pelo sistema prisional. A 11ª fase da Operação Mute teve início na segunda-feira (18/5) e, ao longo da semana, ocorre em todas as unidades federativas. A ofensiva prioriza unidades prisionais com atuação identificada de organizações criminosas, a partir de critérios estratégicos e de inteligência definidos pelas forças de segurança pública.

Duas unidades prisionais gaúchas já passaram por revistas em virtude da Operação Mute nesta semana. Na segunda-feira, a Penitenciária Modulada Estadual de Montenegro recebeu a intervenção dos policiais penais. Na terça-feira (19), foi a vez da Penitenciária Modulada Estadual de Charqueadas.

A Operação

Na prática, a Operação Mute tem como foco a identificação e a retirada de aparelhos celulares, além de outros itens ilícitos do interior das unidades prisionais, por meio de revistas estratégicas realizadas com apoio de tecnologias de inteligência e protocolos operacionais especializados. A interrupção das comunicações ilícitas impacta diretamente a atuação das organizações criminosas fora dos presídios, contribuindo para a redução de crimes nas ruas.

As ações integram a estratégia nacional de fortalecimento do sistema prisional brasileiro, com foco no aumento do controle estatal sobre as unidades prisionais e na redução da influência das organizações criminosas dentro e fora dos presídios.

Desde o início da operação, em 2023, os resultados das dez fases já realizadas são expressivos, com a retirada de 7.966 aparelhos celulares do interior das unidades prisionais em todo o país. Mais de 38 mil policiais penais participaram das ações, e mais de 37 mil celas foram revistadas. Além da apreensão de eletrônicos, a ofensiva também combate diversos tipos de ilícitos, fortalecendo o controle interno e enfraquecendo a atuação das organizações criminosas.

Texto: Ascom/Polícia Penal
Edição: Secom 

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