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Sistema de Gestão de Obras é referência em boa prática no serviço público

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SGO
A proposta é potencializar a atuação do SGO e consolidá-la como ferramenta de gestão eficiente no Rio Grande do Sul - Foto: Divulgação SOSH

O Sistema de Gestão de Obras (SGO), desenvolvido pelo governo do Estado, contribui para o gerenciamento de obras públicas no Rio Grande do Sul, garantindo transparência, agilidade e redução de gastos. Vinculada à Secretaria de Obras, Saneamento e Habitação (SOSH), a experiência tem sido compartilhada desde de junho com o a seção gaúcha do Project Management Institute (PMI), entidade que é referência mundial no gerenciamento de projetos.

A proposta é potencializar a atuação do SGO e consolidá-la como ferramenta de gestão eficiente no Rio Grande do Sul. Além de investir na transparência das ações, o sistema promove o controle dos investimentos e dos gastos públicos, dá rapidez ao processo de tramitação dos projetos e das obras, além de diminuir as demandas que atualmente chegam à SOSH sem as devidas condições de execução. "A partir do SGO podemos acompanhar os passos das obras e cobrar eventualmente nos locais em que elas estejam paradas, resolvendo as situações que possam dificultar a execução", afirma o secretário Fabiano Pereira. 

Conforme o gerente do projeto, o arquiteto Odir Baccarin, além das obras emergenciais - já atendidas pelo Sistema desde dezembro de 2013 -, a partir de fevereiro de 2017 todas as demandas de Autonomia Financeira e de obras planejadas oriundas da Secretaria de Educação são gerenciadas pelo sistema. "Temos utilizado uma série de práticas que comprovam que o serviço público pode e deve ser eficiente. A troca de experiências com o PMI é o reconhecimento das ações da secretaria como referência de boa gestão que busca fazer sempre mais e melhor para a população", destacou, adiantando que as demandas de obras dos demais órgãos do Estado também serão gerenciadas pela ferramenta no futuro próximo, conforme previsto pela Secretaria de Planejamento, Governança e Gestão. 

A direção do PMIRS identificou no projeto métodos que buscam o aperfeiçoamento da administração pública, o que, segundo o vice-presidente de Relações Institucionais e Marketing da entidade, Marco Kappel Ribeiro, ainda é uma raridade fora da iniciativa privada. "O trabalho do SGO é um exemplo que supre uma lacuna muito grande. Realmente ficamos entusiasmados com a dimensão do projeto e esperamos continuar com essa interação", disse, elogiando que o trabalho tenha se iniciado na Secretaria de Educação, pasta que reúne a maior demanda de projetos junto à Secretaria de Obras. 

O projeto SGO é desenvolvido em parceria com a Procergs, contando com o gerenciamento da SOSH e a participação da Contadoria e Auditoria Geral do Estado (CAGE) e da Secretaria de Educação. A equipe de desenvolvimento, manutenção e implantação é formada, ainda, pelos arquitetos Felipe Reck, Paula Lopes e Vinícius Piccini, tendo a consultoria técnica do engenheiro Ricardo Todeschini. 

Texto: Saul Teixeira/ Ascom SOSH
Edição: Léa Aragón/ Secom

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