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Rio Grande do Sul registra em 2025 a menor taxa de desemprego anual da série histórica do IBGE

Análise também aponta que, no quarto trimestre, o RS foi o terceiro Estado com maior índice de emprego formal no país

Publicação:

Secretaria de Trabalho e Desenvolvimento Profissional
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O Rio Grande do Sul apresentou uma taxa de desocupação anual de 4%, a menor registrada no Estado em toda a série histórica (iniciada em 2012) do levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em relação a 2024, o RS recuou mais de 1,2 ponto percentual (p.p.) no índice, reduzindo a desocupação. 

Os dados aparecem na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada nesta sexta-feira (20/2). O estudo foi realizado a partir de análise de indicadores de trabalho, renda e demais parâmetros socioeconômicos do país.

O estudo revela ainda que o Rio Grande do Sul ficou abaixo da taxa média de desemprego do Brasil (que foi de 5,6%), figurando entre os dez primeiros Estados com as menores taxas. O RS fechou 2025 mantendo o percentual de ocupação já registrado no ano anterior, em 63%. Já a taxa de subutilização registrou uma queda de 2,8 p.p. em relação a 2024, com 7,7%.

Outro dado, desta vez referente ao quarto trimestre do ano, mostra índices positivos do RS também quanto ao número de pessoas formalizadas no mercado de trabalho. Nesse período, o Estado aparece com o terceiro melhor resultado de empregados do setor privado com carteira assinada, com 81,5% – mais de 7 p.p. acima do índice nacional, que ficou em 74,4%.

Para o secretário de Trabalho e Desenvolvimento Profissional, Gilmar Sossella, políticas públicas do governo Leite, direcionadas à empregabilidade e, principalmente, à qualificação, podem ser apontadas como um fator essencial para a redução dos índices de desemprego e subutilização do emprego.  

“Esses números históricos são resultado direto de um trabalho contínuo e estratégico. Investir em políticas públicas voltadas para a qualificação profissional significa preparar nossa gente para as oportunidades que o mercado oferece e criar novas perspectivas. Estamos transformando a vida de muitas pessoas em histórias reais de trabalho digno e renda”, destaca Sossella. 

Redução da informalidade 

A taxa anual de informalidade do Estado ficou em 31,4% – 0,6 p.p. menor que o ano anterior. Entre as unidades da federação, o Rio Grande do Sul marca posição entre os primeiros dez colocados, em quarto lugar – atrás apenas de São Paulo (29%), Distrito Federal (27,3%) e Santa Catarina (26,3%). O número registrado no RS é 6,7 p.p. menor que a média do Brasil (38,1%).  

Último trimestre do ano apresenta menor taxa de desemprego de 2025  

O quarto trimestre de 2025 apresentou uma taxa de desemprego de 3,7% no Rio Grande do Sul, a menor dos últimos 13 anos. O número supera o índice registrado no trimestre anterior, quando o Estado já havia assinalado, pela segunda vez, o melhor resultado desde 2012.  

A taxa de desemprego apresentou uma redução de 0,4% em relação ao terceiro trimestre de 2025, quando alcançou 4,1% – 1 p.p menor do que o mesmo trimestre de 2024. De acordo com o levantamento, o RS possui 229 mil pessoas desocupadas atualmente, o menor da série histórica.  

Já a taxa de subutilização, no balanço do ano, teve queda de 2.8 p.p em relação a 2024, com 7,7%. O número total de pessoas subutilizadas no quarto trimestre é o menor registrado no período de 2012 a 2025, com 492 mil pessoas – 1,6% menor em relação ao mesmo trimestre de 2024. É a primeira vez que o Estado atinge uma taxa abaixo de 8%, com 7,9% no último trimestre do ano. 

Texto: Nathielle Folharini/Ascom STDP
Edição: Secom

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