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Oficina auxilia idosos a exercitar a memória

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Proposta do encontro foi a de fazer com que os idosos exercitassem sua memória por meio de uma dinâmica desenvolvida pelas profissionais da área da saúde
Proposta do encontro foi a de fazer com que os idosos exercitassem sua memória por meio de uma dinâmica desenvolvida pelas - Foto: Divulgação/SJDH

A Secretaria da Justiça e dos Direitos Humanos (SJDH), através da Coordenadoria Estadual da Política do Idoso, promoveu na tarde dessa quarta-feira (02), no Centro de Referência em Direitos Humanos, uma oficina direcionada ao público idoso. A atividade contou com a presença da secretária adjunta da SJDH, Maria Celeste, do coordenador de Política do Idoso, Dionízio Kuchinski, além da assistente social e da médica geriatra da Secretaria Estadual de Saúdede Priscila Lunardeli e Maria Cristina Berleze, respectivamente. Participaram também os músicos Edileine de Leon e Paulo Franquilin e representantes da Associação de Cegos Louis Braille (Acelb) - Casa Lar do Cego Idoso.

"A secretaria tem em seu âmbito diversas coordenadorias, dentre elas a da população idosa, com apelo de vulnerabilidade, precisando assim de um olhar mais atento do governo”, afirmou Maria Celeste. A proposta do encontro foi a de fazer com que os idosos exercitassem sua memória por meio de uma dinâmica desenvolvida pelas profissionais da área da saúde. Para tal, foi feito um semicírculo no ambiente. Primeiramente cada um dizia seu nome e contavam a lembrança mais remota da qual se lembravam, depois faziam uma retrospectiva dos nomes dos 30 participantes da atividade.

“Sabe o que fez nós lembrarmos de todos os nomes? Foram as lembranças que estão associadas àquelas pessoas", disse Maria Cristina. Ao longo da tarde, foram realizadas diversas ações para ativar a memória, testando o olfato e o tato. "Apesar do problema nos olhos, acho que nenhuma criança foi tão feliz como eu!", comentou a participante Dona Alda ao relembrar sua infância.

A artista e musicista Edileine trouxe um berimbau para que os idosos pudessem ouvi-lo e senti-lo, e, por fim, houve músicas para animar os integrantes e reavivar a mente. "Quanto mais 'ligada' estiver a nossa memória, mais longe vai o nosso cérebro", finalizou Maria Cristina

Texto: Assessoria SJDH
Edição: Redação Secom (51) 3210.4305 

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