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Na abertura do Ciclo Brasil de Ideias, em São Paulo, Leite destaca diálogo na construção de soluções de gestão pública

Governador recordou benefícios decorrentes das reformas administrativa e da previdência implementadas no Estado

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Em um palco de evento, três pessoas estão sentadas em poltronas brancas participando de um painel. Leite, de terno escuro, segura um microfone e sorri enquanto olha para uma mulher ao lado, que também fala ao microfone. Ao fundo, um telão azul exibe fotos dos participantes e textos do evento.
No encontro, Leite destacou que política existe para arbitrar diferenças - Foto: Vitor Rosa/Secom

O governador Eduardo Leite participou, nesta quinta-feira (26/2), do painel de abertura do evento Ciclo Brasil de Ideias 2026, promovido pelo Grupo Voto, na cidade de São Paulo. O encontro reuniu lideranças para debater a diplomacia empresarial e política como uma ferramenta de desenvolvimento do Brasil.

Em um painel mediado pela presidente do Grupo Voto, Karim Miskulin, o governador destacou a importância do diálogo na construção de soluções públicas. “A política existe para arbitrar as diferenças. Quanto mais ousados queremos ser na gestão pública, mais política e diplomacia precisamos ter. Vivemos em uma sociedade plural e diversa, e é fundamental que possamos promover diálogo entre essas diferenças, criando um ambiente político favorável para as transformações profundas e estruturais que o Brasil necessita”, disse.

Leite apresentou a experiência do Rio Grande do Sul, citando as reformas administrativa e da previdência implementadas no Estado como um exemplo da importância da criação de um ambiente de diálogo.

Leite aparece em destaque, sentado e falando ao microfone, fazendo um gesto com a mão como quem explica algo. Ele veste blazer escuro e calça bege. Atrás, um telão azul mostra seu retrato e identificação como governador, além do título “Ideias 2026”. Pessoas da plateia são vistas de costas assistindo.
"Se não houver amparo fiscal, não há política pública que se sustente", defendeu Leite - Foto: Vitor Rosa/Secom
“Quando assumimos, o Estado vivia a maior crise fiscal da sua história, que se manifestava no comprometimento da prestação de serviços em todas as áreas. Uma crise que precisava de medidas que o Estado até então tinha se negado a fazer. Fizemos privatizações e reformas profundas na máquina pública, que nos permitiram equilibrar as contas e recuperar a capacidade de investimento. Isso só foi possível porque criamos um ambiente de diálogo intenso”, lembrou o governador. “Fui pessoalmente aos sindicatos e entidades representativas apresentar a proposta e ouvir suas considerações em dezenas de encontros. Esse ambiente de diálogo viabilizou a construção da aprovação das medidas que eram necessárias, mesmo que não fossem populares ou simpáticas.”

Ao encerrar, o governador defendeu que o país precisa seguir um movimento de transformação baseado em responsabilidade fiscal. “O Brasil necessita ter um horizonte que mostre que estamos indo na direção correta. Se não houver amparo fiscal, não há política pública que se sustente. O país precisa fazer reformas fiscais profundas e é nisso que deve estar concentrada a sua energia”, disse.

Texto: Thamíris Mondin/Secom
Edição: Secom 

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