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Comitê Científico de Adaptação e Resiliência Climática realiza ação social do South Summit Brazil em Estrela

Região esteve entre as mais afetadas durante os eventos meteorológicos extremos de 2024

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A foto mostra uma reunião em formato de roda de cadeiras dentro de uma sala ampla. As pessoas estão organizadas em círculo, assistindo a uma apresentação feita por uma pessoa posicionada ao centro.
Durante a ação, os participantes puderam compartilhar histórias, tirar dúvidas e alinhar ações - Foto: Fábio Ritter/Ascom Sict

O Comitê Científico de Adaptação e Resiliência Climática realizou, no sábado (7/3), uma ação social do South Summit Brazil 2026 em Estrela, na Região dos Vales. A atividade atendeu ao convite da Secretaria de Inovação, Ciência e Tecnologia (Sict) com a Secretaria Extraordinária de Inclusão Digital e Apoio às Políticas de Equidade (Seidape), e ocorreu no Centro de Operações da Defesa Civil do município. O foco foi a capacitação comunitária para o enfrentamento de eventos meteorológicos extremos. 

A ação foi conduzida pelo Comitê em conjunto com a Defesa Civil e o projeto Previne Taquari-Antas e contou com a participação de moradores e líderes comunitários. “É fundamental aprendermos com as nossas diferenças. Cada pessoa traz um tipo de conhecimento, e quando unimos esses saberes, conseguimos construir respostas muito melhores para as emergências climáticas”, defendeu o diretor-geral da Sict, Sandro Kirst. 

Durante a capacitação, os participantes puderam compartilhar suas histórias, tirar dúvidas e alinhar ações. As atividades envolveram o uso de mapas para otimizar o atendimento em caso de emergência. “Nós pudemos ver como é possível colocar em prática muito mais rápido todo esse conhecimento em caso de necessidade”, comentou a moradora Verenice Immich, representante comercial. 

A imagem mostra quatro pessoas reunidas em volta de uma grande imagem aérea impressa, estendida sobre uma mesa. O material parece mostrar uma área urbana e zonas rurais ao redor, com ruas, edificações, vegetação e trechos alagados ou de solo exposto. As pessoas estão inclinadas sobre o mapa, apontando e avaliando detalhes.
As atividades envolveram o uso de mapas para otimizar o atendimento em caso de emergência - Foto: Fábio Ritter/Ascom Sict

A secretária-executiva em exercício do Comitê, Alexandra Passuello, destacou a importância de atividades comunitárias para o aumento da resiliência a eventos extremos. “Atividades como esta são essenciais para fortalecer a resiliência das comunidades. Cada participante se torna um difusor de informação no seu território, ampliando o alcance do conhecimento e contribuindo para que mais pessoas estejam preparadas diante de eventos meteorológicos extremos”, disse.

Inovação 

Ao final do evento, os participantes foram a campo conhecer o monitoramento de nível da água, baseado em sensores de baixo custo, operação autônoma e envio de dados em tempo real, desenvolvido pela TideSat, uma startup incubada na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). 

A imagem apresenta um grupo numeroso posicionado ao ar livre, sobre um terreno de solo claro com vegetação baixa e um rio ao fundo. As pessoas estão organizadas em pé e agachadas para formar a foto coletiva. Algumas delas usam coletes da Defesa Civil.
Ao final do evento, os participantes foram a campo conhecer o monitoramento de nível da água - Foto: Fábio Ritter/Ascom Sict

A solução permaneceu ativa durante as enchentes de 2024, fornecendo informações essenciais para a população e para os gestores municipais. Já o Previne Taquari-Antas contribuiu com conhecimento técnico voltado à redução de riscos de enxurradas, inundações e movimentos de massa na bacia hidrográfica. 

Texto: Fábio Ritter/Ascom Sict
Edição: Secom

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