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BRDE destaca integração e inovação no painel Cidades Inteligentes: o futuro da vida em sociedade

Modelos aplicados pelo Estado em parceria com municípios gaúchos foram apresentados

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Foto do painel Cidades Inteligentes: o futuro da vida em sociedade, no South Summit Brazil
Participantes debateram a transformação das cidades em espaços inovadores para melhorar a vida das pessoas - Foto: Felipe Dalla Valle/Especial BRDE

O painel Cidades Inteligentes: o futuro da vida em sociedade debateu, na tarde desta quinta-feira (26/3), o conceito smart cities e o uso de novas ferramentas para melhoria a vida das pessoas, durante as atividades do South Summit Brazil 2026, evento correalizado pelo governo do Estado. Na atividade, o diretor de Operações do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), Ranolfo Vieira Júnior, sustentou que a transformação das cidades em espaços inovadores não pode se resumir a uma vitrine de tecnologia.

"É preciso integração das mais diferentes áreas para qualificar os serviços públicos", declarou. Ranolfo salientou que a inovação é cada vez mais imprescindível para o futuro das cidades. O dirigente citou os modelos de Parcerias Público-Privadas (PPPs), com os quais o banco vem trabalhando para o sistema de iluminação pública nos municípios e apontou que a metodologia tem gerado uma série de avanços, como videomonitoramento, sistemas de alerta e serviço de Wi-Fi para a população”, exemplificou.

Além de iniciativas planejadas para áreas como segurança pública e infraestrutura urbana, Ranolfo destacou também para a urgência em ter ferramentas para tornar os espaços urbanos mais resilientes e sustentáveis.

Busca por soluções

Executivo em Cidades Inteligentes do Banco de Desenvolvimento da América Latina e Caribe (CAF), Marcelo Facchina também reforçou a ideia de que as cidades não podem ficar apenas na digitalização de problemas antigos. “Existem novos desafios a serem superados, como a questão do clima, mas se faz muito pouco para prover soluções aos problemas”, lamentou.

Facchina mencionou trabalho do CAF e BRDE no sentido estabelecer um mapa da capacidade digital das cidades na região Sul do Brasil, acrescentando que o papel dos bancos de desenvolvimento é de oferecer aos municípios, além do recurso financeiro, a possibilidade de um diagnóstico e a estruturação de projetos.

Com a coordenação da secretária municipal de Desenvolvimento e Inovação de Novo Hamburgo, Daiana Monzon, o painel contou ainda com a participação do CEO da GovTools, startup que trabalha na transformação da gestão pública com auxílio da Inteligência Artificial (IA). Mesmo com os recursos tecnológicos mais avançados, ele ressalta a importância de estabelecer uma conexão com as diferentes realidades de cada cidade: “a comunidade precisa ser sentir pertencente”, resumiu.

Texto: Ascom BRDE
Edição: Secom

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