Borges de Medeiros retoma a presidência do Estado e as obras do Palácio, ainda distantes da conclusão, prosseguem.
Nessa altura dos acontecimentos, havia se feito notar uma forte reação contra os escandalosos gastos no Palácio e Borges de Medeiros imediatamente denunciou o contrato com Gras. Para tanto, usou como motivo o fato de que o escudo do Rio Grande do Sul, que deveria ser colocado na cimalha sobre a porta principal, veio com dimensões erradas.
[ Ref 07 ]
Foi chamada, então, a empresa de João Vicente Friederichs que entregou a modelagem do escudo riograndense ao escultor e arquiteto espanhol Jesus Maria Corona.
1913 - Prosseguimento das obras
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1913 - Escudo da Fachada Principal ![]() |
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