Carlos Barbosa Gonçalves assume a presidência do Estado, com as finanças saneadas pela austera gestão anterior. Decide-se paralisar a obra em andamento e uma comissão é nomeada para organizar, em Paris, um concurso internacional de projetos para o Palácio. No mês de dezembro, são entregues os prêmios aos dois únicos arquitetos concorrentes: A. Agustín Rey e A. Janin.
Entretanto, esses projetos não foram aproveitados, porque nenhum deles correspondia exatamente às intenções do governo. Executados, que foram, em Paris, sem que seus autores tivessem conhecimento direto do ambiente físico a que se destinavam, nem mesmo através de uma boa representação topográfica, não se harmonizavam bem com a paisagem local, o que constituía evidente prejuízo da aparência estética reclamada como uma das condições essenciais ao novo Palácio. [ Ref 04 ]